Comissões . Discussão Clínica

DISCUSSÃO CLÍNICA

Na Escola, a discussão clínica, como lugar de transmissão, impõe-se como comunidade de experiência.

Sempre parte de um fragmento; isso já nos aponta que o fragmento clínico apresenta-se com insuficiências e com dificuldades. Ou seja, como não-todo, o fragmento diz da castração na posição do analista: essa é a experiência comum.

Nessa transmissão da experiência, queremos privilegiar os significantes da emergência do inconsciente, de modo que o indivíduo aí se apague inteiramente.  Seguir os rastros do sujeito do inconsciente, esse território estrangeiro interno de que falou Freud, e não a história que traz o que há da pessoa. Esse é o ponto de partida e a aposta de nosso trabalho.

COORDENAÇÃO
Leila Mariné
Milton Ribeiro
Vanda Pignataro